terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mineração traz possibilidades de desenvolvimento


A extração e o beneficiamento do minério geram oportunidades de desenvolvimento regional. É o que aponta a terceira edição do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), apresentado hoje, dia 18, pela Fundação JoãoPinheiro (FJP).

De acordo com o estudo os municípios que possuem atividades minerárias se destacam nos critérios de meio ambiente e habitação, cultura, emprego e renda, entre outros, situação que contribuiu para que esses municípios, em especial os pertencentes ao quadrilátero ferrífero, obtivessem os onze melhores resultados no IMRS. A exceção é Belo Horizonte, que ficou com a sétima colocação.

O IMRS é composto por 500 indicadores nas seguintes dimensões: educação, saúde, emprego, segurança alimentar, segurança pública, habitação e meio ambiente, transporte, turismo e lazer, cultura, assistência social, renda e emprego e finanças municipais. Além de ser uma ferramenta estratégica para os gestores municipais, pois auxilia na elaboração das políticas públicas, o estudo pode ser um importante instrumento para a iniciativa privada planejar as suas ações de responsabilidade social. O IMRS avaliou os 853 municípios mineiros e está disponível para download no site da FJP.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reforma

O site e o blog da Sensata estão sendo reformulados.
Em breve, novidades, reflexões e atualizações sobre o nosso trabalho.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Portal Planeta Lixo

A Sensata orgulhosamente apresenta...

... portal Planeta Lixo!

MUDAMOS PARA www.planetalixo.com.br



Esperamos que esta página seja usada e abusada por todos, em especial estudantes, e, quem sabem assim, conseguimos contribuir um pouco com a gestão de resíduos que anda tão carente.

Participem!!!!

Sobre o projeto

“Uns gostam dos olhos, outros da remela”, ensina o ditado popular. Mas, um dia, descobrimos que olhos e remelas têm muito em comum. E percebemos, ainda, a beleza dos olhos no que antes parecia apenas remela.
A história deste projeto começou assim. Envolver-se com o tema lixo é apaixonante. Quando começamos, em 2009, trabalhar com o lixo era inusitado. Mas percebemos como o tema é, por natureza, multidisciplinar, urgente, e envolve tantos setores da sociedade. Ou damos conta do resíduo que produzimos, ou teremos sérios problemas sociais, ambientais e urbanos.
Este projeto, um portal de informações sobre o lixo, é desenvolvido por uma equipe de jornalistas da Sensata Comunicação em parceria com a Zói Estúdio. Com experiência em projetos de gestão de resíduos sólidos e formação voltada para as questões ambientais, a equipe responsável pelo projeto quer contribuir para a correta destinação dos resíduos sólidos na RMBH, em parceria com empresas interessadas, e com o apoio de escolas municipais e privadas.
O Planeta Lixo busca preencher uma grande lacuna existente na internet, onde ainda falta informação especializada e, sobretudo, centralizada sobre o lixo. A iniciativa quer aliar o “marketing verde” a ações concretas na sociedade, estimulando o envolvimento dos cidadãos mineiros na questão ambiental dos nossos centros urbanos.
Este portal está aberto à participação de todos. Mande suas opiniões, fotos, vídeos, sugestões e críticas.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Diálogo é antes, depois é gerenciamento de crise

Comunicar institucionalmente é estabelecer um diálogo estratégico com todos os públicos de interesse (stakeholders). Diálogo, assim como acontece nas relações afetivas ou cotidianas, é construído na calmaria, com respeito entre as partes.

Empresas que comunicam sempre constroem a credibilidade no dia-a-dia e conquistam a confiança de seus interlocutores, numa soma de discurso de ações.

Deixar para comunicar quando o problema está estabelecido (e isso vale para público interno, vizinhos, imprensa, acionistas, etc e tal) é perder boa porcentagem de chance de êxito. Quando se está no meio do furacão, conquistar a confiança é tarefa árdua, quiçá impossível.

No caso dos licenciamentos ambientais, o diálogo com a comunidade é etapa fundamental que interfere em todo o potencial de êxito do projeto. Neste caso, diálogo e flexibilidade. O caso do Mercado do Cruzeiro em Belo Horizonte é bom exemplo (aqui matéria do EM). Prefeitura e empreendedores não deram ouvidos à população, e agora todo o projeto está ameaçado. Um diálogo consistente, transparente e prévio poderia ter resolvido a questão antes de ser pauta da audiência pública, e, neste momento, moradores, empreendedores e prefeitura poderiam estar comemorando.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Polêmicas sobre a lei que proíbe o uso das sacolas plásticas

Entra em vigor hoje, dia 18, a Lei municipal 9529 que proíbe o uso de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos situados em Belo Horizonte.

Enquanto alguns comemoram, afirmando que a lei é um ganho para o meio ambiente, outros questionam a legislação. É o caso dos comerciantes, que argumentam que houve pouco tempo para se adequar às exigências e que possuem um estoque grande de sacolas comuns, apesar de a Lei ter sido criada em fevereiro de 2008 e estabelecer o prazo de três anos para que o comércio se regulamentasse.

Polêmicas a parte, é preciso que o consumidor tenha um olhar crítico sobre o tema. É verdade que as sacolas comuns, as que estamos acostumados a utilizar, poluem o meio ambiente de diversas maneiras, seja quando acondicionamos o nosso lixo e encaminhamos para os aterros ou quando são descartadas nas ruas, entupindo bueiros e contribuindo para enchentes. Listamos abaixo algumas informações que consideramos importantes para compreender a nova lei.

· É costume brasileiro dispor o lixo doméstico em sacolas plásticas. Com a diminuição do uso de sacolas, uma das alternativas será comprar sacos de lixo de plástico comum (não biodegradável) para destinar o lixo.

· A lei incentiva os consumidores a adotarem práticas mais sustentáveis, mas é preciso haver campanhas de conscientização envolvendo os diversos públicos, para que todos compreendam o seu papel na cadeia de consumo.

· Com entrada em vigor da nova lei, o comércio começou a oferecer a sacola biodegradável ao consumidor por um preço médio de R$ 0,19. É preciso analisar se esse custo deve ser arcado pelo consumidor. Existem supermercados na capital que adotam a sacolas biodegradáveis há vários anos e não cobram o preço da sacola do consumidor.

· Nos últimos dias houve um grande aumento nas vendas de ecobags ou sacolas retornáveis. Antes de comprar a sua, observe a origem da sacola, pois grande parte das que estão sendo oferecidas no mercado são confeccionadas no Vietnã e na China, que do ponto de vista da sustentabilidade, não são nada sustentáveis (veja o vídeo).

Saiba mais

Polêmica sobre a cobrança de sacolas plásticas

Saco plástico não é vilão

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